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Veja a evolução das startups brasileiras no metaverso!

Muitos dizem que o metaverso é o futuro e que essa realidade está cada vez mais perto, veja startups brasileiras que já lucraram com ele!

Letícia Basso
Por Letícia Basso
Publicado em 20 de jan de 2022  ·  Atualizado em 8 de jul de 2025  ·  2 min de leitura
aumenta o numero de startups brasileiras no metaverso

O assunto metaverso explodiu principalmente depois da mudança de nome da empresa Facebook para Meta, muito foi investido nessa área desde então e o metaverso sofreu uma alta valorização no mercado financeiro.

Diversas empresas de tecnologia estão investindo nessa área e inclusive já estão garantindo “um pedaço de terra” na plataforma de metaverso mais popular e utilizada no momento, a Decentraland. A empresa Tokens.com, por exemplo, comprou um desses lotes por quase US$2,5 milhões.

Outra grande empresa que está garantindo sua evolução é a Microsoft, que comprou a empresa de jogos Activision Blizzard, a Activision passava por momentos difíceis com baixa nas ações por conta de escândalos envolvendo sua política de trabalho.

Essa compra traz uma grande gama de produtos e novos projetos que podem ser explorados pela Microsoft no metaverso e fora dele, possibilitando a empresa se tornar uma das maiores no ramo dos jogos, portanto foi uma ótima jogada!

E é claro que no meio de tanta evolução e altos investimentos que as startups brasileiras não iam ficar de fora, quer saber mais? Continue a leitura!

  • Conheça startups brasileiras que lucraram com o metaverso
  • Continue ligado!

Conheça startups brasileiras que lucraram com o metaverso

Por se tratar de um assunto muito novo e atual, ainda não temos muita noção do que é possível realizar com o metaverso, então surgem novas ideias e projetos de como utilizá-lo todos os dias.

E foi com essa visão de futuro e querendo solucionar problemas que a empresa paulista MedRoom, que atualmente pertence ao grupo Ânima Educação, teve seu início em 2016.

A startup criou um software de realidade virtual aumentada onde é possível ter acesso a órgãos do corpo humano em 3D, sendo um benefício gigante para estudantes de medicina, pois eles conseguem ver os órgãos em funcionamento e o software não possui todos os inconvenientes que os cadáveres geram.

O software pode ser acessado com um óculos de realidade virtual chamado Oculus Quest, um tipo de headset criado pela empresa Facebook (na época) e atualmente 40 instituições já possuem sua assinatura.

Outra startup brasileira que vem lucrando no ramo é a R2U, o software deles consegue simular objetos e cenários, seu principal cliente são lojas de decoração onde é possível visualizar o móvel escolhido no local desejado. Atualmente está sediada em São Paulo e atende 38 varejistas.

A Biobots trabalha com a criação de avatares para serem influenciadores digitais, o primeiro grande projeto deles foi com a Satiko, um avatar inspirado na apresentadora Sabrina Sato.

Esse ramo está crescendo cada vez mais e não é popular apenas no Brasil, muitos virtual influencers estão aparecendo e prometem terem mais engajamento nas redes sociais do que influenciadores humanos!

A startup carioca Vitulo trabalha em trazer maior interação das marcas com seu público, utilizando a realidade aumentada por meio da câmera dos nossos smartphones. Exemplos já conhecidos são os filtros de instagram e snapchat e também o jogo Pokémon Go.

Claro que existem outras empresas brasileiras que já estão entrando nesse ramo e trazendo o metaverso cada vez mais perto de nós, onde o mundo real e o mundo virtual se misturam, mas o que você achou desses exemplos e dessa nova forma de interação?

Continue ligado!

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Perguntas frequentes

Por que o metaverso ganhou tanto destaque?
O assunto metaverso explodiu principalmente depois da mudança de nome da empresa Facebook para Meta. Desde então, muito foi investido nessa área e o metaverso sofreu uma alta valorização no mercado financeiro, com diversas empresas de tecnologia investindo no setor.
Como grandes empresas estão investindo no metaverso?
Empresas já garantem um pedaço de terra na plataforma de metaverso mais popular do momento, a Decentraland; a Tokens.com, por exemplo, comprou um lote por quase US$ 2,5 milhões. A Microsoft comprou a empresa de jogos Activision Blizzard, o que lhe traz uma grande gama de produtos e projetos para explorar no metaverso e fora dele, podendo se tornar uma das maiores no ramo dos jogos.
O que faz a startup brasileira MedRoom no metaverso?
A MedRoom, empresa paulista que iniciou em 2016 e hoje pertence ao grupo Ânima Educação, criou um software de realidade virtual aumentada com acesso a órgãos do corpo humano em 3D. É um grande benefício para estudantes de medicina, pois permite ver os órgãos em funcionamento sem os inconvenientes dos cadáveres, e pode ser acessado com o óculos Oculus Quest. Atualmente, 40 instituições já possuem assinatura.
Quais outras startups brasileiras atuam no metaverso?
A R2U tem um software que simula objetos e cenários, atende lojas de decoração e 38 varejistas, com sede em São Paulo. A Biobots cria avatares para serem influenciadores digitais, tendo como primeiro grande projeto a Satiko, inspirada na apresentadora Sabrina Sato. A carioca Vitulo trabalha com maior interação das marcas com o público usando realidade aumentada pela câmera dos smartphones, como nos filtros de Instagram e Snapchat e no jogo Pokémon Go.
Letícia Basso
Escrito por
Letícia Basso
Graduanda de engenharia mecânica na UTFPR, com intercâmbio acadêmico em Portugal no Instituto Politécnico de Viseu. Perfil de pesquisadora com iniciação científica sobre controle d…

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