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Descubra quais são os 7 erros mais comuns na gestão financeira empresarial e entenda como evitá-los!

Entenda quais são os 7 erros mais comuns na gestão financeira empresarial e nunca mais tenha problemas com as finanças da sua empresa!

Leonardo Rodrigues
Por Leonardo Rodrigues
Publicado em 28 de abr de 2020  ·  Atualizado em 7 de mar de 2026  ·  6 min de leitura
Erros Mais Comuns na Gestão Financeira

Você sabe quais são os erros mais comuns na gestão financeira e como eles podem atingir o seu negócio?

Se você acompanha nosso blog, com certeza já sabe o que é gestão financeira, já sabe que o dinheiro possui valor no tempo, dentre outros aspectos ligados a esse tipo de gestão. Certo?

Realmente, todo mundo erra, mas é claro que temos que buscar não errar e, para isso, precisamos aprender com os erros dos outros. Afinal, se a gestão de um negócio for gerida com métodos infundados você pode ter sérios problemas financeiros.

Pensando nisso, resolvi listar os 7 erros mais comuns na gestão financeira para que você não os cometa também. Vamos lá?!

1. Confundir finanças empresariais com finanças pessoais

Entre os 7 erros mais comuns na gestão financeira, esse acaba sendo muito comum em pequenas empresas e em empresas familiares. É de prática que o dono misture o dinheiro pessoal com o dinheiro da empresa, e isso é extremamente negativo, pois a pessoa acaba não entendendo exatamente o nível de capital que a empresa está gerando nem a sua rentabilidade.

Assim, acaba ocorrendo um sangramento da empresa. Com a retirada de dinheiro para fatores pessoais, a saúde financeira da empresa é prejudicada em prol das finanças pessoais.

2. Falta de controle de estoque

Ter uma gestão de estoque é fundamental para que as finanças da organização funcionem de forma correta. O estoque precisa ser visto como dinheiro parado, e dinheiro parado é fatal para a gestão financeira.

Se tenho estoque em excesso, tenho muito dinheiro parado, assim, o dinheiro parado está perdendo valor. Por outro lado, se tenho pouco estoque, eu corro risco de perder vendas por falta de produto, e isso também não é legal nem para a empresa e nem para a gestão financeira.

O ideal é encontrar o ponto de equilíbrio em que não se perca a venda e nem tenha muito dinheiro parado. Não ter esse tipo de controle é muito comum e bem prejudicial para o negócio.

3. Não projetar o fluxo de caixa

As próprias empresas de médio e grande porte, embora possuam a DRE projetada, em sua grande maioria não possuem um bom fluxo de caixa projetado. Com isso, a empresa não consegue entender qual o saldo que vai ter para girar ao longo daquele período e isso leva a erros na gestão financeira.

Além de se projetar uma DRE, também é muito importante se projetar o fluxo de caixa, pois só assim é possível entender o saldo de capital e entender o saldo acumulado que a empresa vai encontrar ao longo do tempo.

4. Não elaborar um plano financeiro

Um erro bem comum na gestão financeira está relacionado ao planejamento financeiro, ou melhor, à falta dele. Isto é, viver só com as finanças de curto prazo, ou seja, viver pagando conta, recebendo conta e fazendo apenas disso a rotina do dia a dia da parte financeira.

Essas finanças de curto prazo são importantes o problema se dá quando são feitas sem um plano maior, de médio e longo prazo, sem saber onde se quer chegar, sem ter uma estratégia financeira de busca de resultados.

Não elaborar um plano financeiro é um dos 7 erros que acaba comprometendo os maiores objetivos da empresa, os objetivos de longo prazo da organização.


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5. Não saber calcular o preço de venda

Geralmente, na hora de precificar um produto, os responsáveis não levam em conta o custo da mercadoria nem o preço da concorrência, e muito menos o valor agregado embutido no produto. Calcular isso corretamente é necessário para obter o retorno almejado.

Se eu colocar um preço muito baixo, levando em consideração apenas o custo, ou seja, comprei muito barato, vou vender muito barato, mas sem levar em consideração que a concorrência está vendendo com um preço mais elevado, o que acontece? Um erro muito comum na gestão financeira do negócio.

Nesse cenário, eu estaria perdendo uma oportunidade de ter uma margem financeira de lucro maior.

Por outro lado, se eu colocar o produto com preço elevado, porque comprei muito caro, por exemplo, mas a concorrência está vendendo mais barato, eu com certeza vou perder muitas vendas.

Por isso, é preciso saber calcular o preço de venda ideal, juntando todas essas variáveis: o custo do produto, o valor agregado que o produto tem, a experiência de consumo que está sendo proporcionada ao cliente.

6. Não elaborar uma ferramenta padrão para gerir as finanças

Esse erro comum na gestão financeira ocorre quando cada controle financeiro vem sendo usado em um tipo de planilha ou ferramenta diferente. Isto é, não se tem uma ferramenta agregadora que faça isso tudo conversar e ser mostrado de forma mais eficaz.

O que acontece geralmente é que a empresa controla o fluxo de caixa em uma planilha, a DRE em outra, às vezes uma anotação em Word ou até mesmo em um caderno, e isso tudo acaba não conversando. E por conta disso, se tem ausência de indicadores financeiros relevantes, que são cruciais para o crescimento da organização.

Pode-se usar uma planilha de Excel, não há problemas nisso, na realidade é uma ótima ferramenta para registrar todos os controles. Mas tem que ser de forma padronizada, utilizando-a como uma ferramenta padrão para organizar a área de gestão financeira.

7. Não saber gerir o lucro obtido

Muitas organizações obtêm lucro e não sabem o que fazer com esse lucro, não sabem se reinvestem, se redistribuem, e nem como fazer isso. Esse é um dos erros mais comuns na gestão financeira.

O correto é se analisar para saber onde investir, e então, fazer um balanceamento perfeito entre o melhor investimento e a melhor fonte de financiamento, para assim alocar de maneira concisa esse capital.

Saiba mais!

Agora que você já conhece os erros mais comuns na gestão financeira, você também é capaz de mitigá-los. Para isso, devemos correr atrás e nos capacitar para sempre buscar minimizar nossas falhas.

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Perguntas frequentes

Por que confundir finanças empresariais com finanças pessoais é um erro?
Esse erro é muito comum em pequenas empresas e empresas familiares, quando o dono mistura o dinheiro pessoal com o dinheiro da empresa. Isso é extremamente negativo, pois a pessoa acaba não entendendo o nível de capital que a empresa está gerando nem a sua rentabilidade. Com a retirada de dinheiro para fins pessoais, ocorre um sangramento da empresa e a sua saúde financeira é prejudicada em prol das finanças pessoais.
Por que a falta de controle de estoque prejudica a gestão financeira?
Ter uma gestão de estoque é fundamental, pois o estoque precisa ser visto como dinheiro parado, e dinheiro parado é fatal para a gestão financeira. Se há estoque em excesso, há muito dinheiro parado perdendo valor; se há pouco estoque, corre-se o risco de perder vendas por falta de produto. O ideal é encontrar o ponto de equilíbrio em que não se perca a venda e nem se tenha muito dinheiro parado.
Por que projetar o fluxo de caixa é importante?
Muitas empresas de médio e grande porte possuem a DRE projetada, mas não têm um bom fluxo de caixa projetado, o que faz com que não consigam entender qual o saldo que terão para girar ao longo do período, levando a erros na gestão financeira. Além de projetar a DRE, é muito importante projetar o fluxo de caixa, pois só assim é possível entender o saldo de capital e o saldo acumulado que a empresa vai encontrar ao longo do tempo.
Qual o problema de não elaborar um plano financeiro?
Não elaborar um plano financeiro significa viver só com as finanças de curto prazo, pagando e recebendo contas como rotina, sem um plano maior de médio e longo prazo e sem uma estratégia de busca de resultados. As finanças de curto prazo são importantes, mas o problema surge quando são feitas sem saber onde se quer chegar. Esse é um dos erros que compromete os maiores objetivos de longo prazo da organização.
Leonardo Rodrigues
Escrito por
Leonardo Rodrigues
Possui curso Técnico em Agroindústria pelo IFF (Instituto Federal Fluminense), onde foi o monitor principal da disciplina de matemática. Acumulou por 3 anos, menções honrosas por b…

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