Saiba como Luiza Trajano pretende acelerar a vacinação contra a COVID no Brasil
Compreenda o que Luiza Trajano tem feito para acelerar a vacinação contra a Covid-19 no país e entenda como isso pode ser benéfico.
Que o Brasil inteiro espera uma vacinação em massa, isso você já sabe e sonhamos tanto com esse momento que até um funk já foi criado para ele.
O que você talvez não saiba ainda é que a Luiza Trajano, presidente do Conselho da rede varejista Magazine Luiza, também tem traçado estratégias para uma iniciativa de vacinação.
Quer saber mais sobre a iniciativa “Unidos pela Vacina”? Então fique atento aos tópicos abaixo:
- Quem é a empresária Luiza Trajano?
- O que é a iniciativa “Unidos pela Vacina”?
- Projeto de Lei que autoriza empresas a comprarem vacinas.
Ficou curioso? Nós também! Vamos à leitura?
Quem é a empresária Luiza Trajano?
A empresária Luiza Trajano é, não só a presidente do Conselho da Magazine Luiza como também, a presidente do Grupo de Mulheres do Brasil, criado em 2012, por 50 mulheres que atuam em diferentes setores da economia.
Ela é formada em Direito pela Faculdade de Direito de Franca, a mesma cidade onde nasceu. Em 2020, sua fortuna foi avaliada pela Forbes em US $4,9 bilhões e segundo ela:
“Existem duas coisas comuns às empresas que dão certo: atendimento e inovação. Você precisa ter um atendimento ao cliente de primeira. E também estar atento ao que há de novo no mercado, para não ficar para trás.”
Foi assim que, sob os seus comandos, o Magazine Luiza se tornou a primeira loja virtual do mundo, abrindo portas para que outras empresas seguissem o mesmo caminho.
Mas e a estratégia “Unidos pela Vacina”? É o que todos os brasileiros estão querendo saber. Então pegue seu cartão de vacina e vamos ao próximo tópico.
O que é a iniciativa “Unidos pela Vacina”?
A iniciativa “Unidos pela Vacina” é uma estratégia traçada por um grupo de empresários, incluindo Luiza Trajano, para alavancar a vacinação no Brasil e defender o Sistema Único de Saúde (SUS).
Dessa maneira, é uma forma de intermediação entre donos de grandes empresas que queiram doar dinheiros e recursos às cidades que enfrentam problemas na vacinação e na saúde.
Nesse sentido, na última quinta-feira, dia 08 de abril, em transmissão online, a empresária apresentou suas pretensões sobre o tema para o Grupo de Líderes Empresariais (LIDE), organização à qual participam executivos de vários setores.
Sob esse viés, por meio dessa reunião, ela ressaltou que a compra de insumos está descartada:
“O grupo não vai comprar porque não tem vacina para vender (...) Tem uma lei que a vacina só pode ser vendida depois que 60% a 70% estiver imunizado pelo governo federal. Não adianta. Depois que tiver imunizada vai poder vender, como a da gripe”
Que tristeza! Já estávamos criando expectativas sobre essa vacinação. Nesse comunicado, Luiza faz referência ao projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados para que empresas sejam autorizadas a comprarem vacinas.
Sobre ele, a empresária ainda afirma:
“Se alguém conseguir comprar, até 60% vai ter que dar para o SUS. Mas eu já digo para vocês a dificuldade não está no dinheiro, está na falta de vacina.”
Ainda nessa transmissão online, a presidente do Conselho do Magalu disse que o grupo fez um levantamento, a partir do questionamento a todos os municípios brasileiros, sobre o que seria preciso para cada unidade do SUS iniciar essa ação.
A partir dessa indagação, ficamos conhecendo as seguintes respostas:
- 53% necessitam de recursos para seguirem trabalhando nos feriados e finais de semana;
- 25% vê a falta de computadores e acesso a internet como empecilho para a campanha;
- 39% necessitam de ajuda para a rede de frios;
- 34% vê dificuldade na vacinação por drive-thru.
Esses dados e muitos outros devem ser divulgados na próxima semana, por meio dessa pesquisa feita em parceria com o Instituto Locomotiva.
Projeto de lei que autoriza empresas a comprarem vacinas
A Câmara dos Deputados, aprovou no último dia 6 de abril o projeto de lei que autoriza empresas a comprarem vacinas, desde que mantenham a exigência de doação de uma parcela significativa delas ao SUS.
Assim, ainda falta o projeto passar por aprovação no Senado, mas ele já prevê que as empresas não necessitem mais do aguardo da imunização total de grupos prioritários para começarem a comprar e vacinar as pessoas.
Quanto a compra, o que consta na proposta é permissão para adquirir imunizantes autorizados por agências estrangeiras reconhecidas pela OMS.
Nesse momento, cabe a nós esperarmos e acreditarmos que a vacinação chegue a todos os brasileiros.


