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Usuários do YouTube podem se prevenir contra fake news

Segundo estudo feito pela Universidade de Cambridge, vídeos curtos sobre desinformação podem preparar usuários contra notícias falsas.

Juliana Kaíza
Por Juliana Kaíza
Publicado em 1 de set de 2022  ·  Atualizado em 26 de out de 2025  ·  1 min de leitura
Usuários do YouTube podem se prevenir contra fake news

A pesquisa foi feita pela Universidade de Cambridge juntamente com a de Bristol e o com a chefe de P&D da Jigsaw, Beth Goldberg.

Encabeçado pelo Google Jigsaw, vinculado à Alphabet que procura saídas tecnológicas para as adversidades da sociedade, o estudo teve como base a apresentação de pequenos vídeos sobre desinformação com o propósito de "blindá-los" contra conteúdos falsos e prejudiciais.

Como essa proteção funciona?

Os vídeos, de aproximadamente 90 segundos, foram apresentados aos participantes da pesquisa, e traziam alertas de como identificar estratégias de controle. Em consequência disso, os espectadores ficaram mais predispostos a distinguir fake news.

Dentro da pesquisa, foi observado que a habilidade de identificar manipulações aumentou em 5% após integrantes dos Estados Unidos serem expostos aos vídeos “educativos”.

As descobertas da pesquisa mostraram que a introdução psicológica consegue “facilmente ser escalada para centenas de milhões de usuários em todo o mundo”, disse em comunicado o coautor, Sander van der Linden, chefe do Laboratório de Tomada de Decisão Social em Cambridge, líder do estudo.

Sobre os vídeos

Os clipes abordam as cinco técnicas de manipulação, sendo elas:

  1. Linguagem emocional manipuladora
  2. Incoerência
  3. Falsas dicotomias
  4. Bode expiatório
  5. Ataques ad hominem

Essa estratégia pode ser considerada mais eficiente que a checagem de fatos tradicional, já que esta pode ser feita em escala para vários lugares do mundo.

Além disso, a Jigsaw está programando promover uma campanha no fim do mês para várias plataformas com objetivo de alcançar usuários da Polônia, República Tcheca e Eslováquia e enfrentar a desinformação acerca dos refugiados da Ucrânia.


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Perguntas frequentes

Como vídeos curtos podem ajudar usuários a se prevenir contra fake news?
Em uma pesquisa da Universidade de Cambridge, em parceria com a de Bristol e o Google Jigsaw, foram apresentados aos participantes vídeos de aproximadamente 90 segundos com alertas sobre como identificar estratégias de manipulação. Em consequência disso, os espectadores ficaram mais predispostos a distinguir notícias falsas, funcionando como uma espécie de blindagem contra conteúdos prejudiciais.
Quem realizou o estudo sobre prevenção contra desinformação?
A pesquisa foi conduzida pela Universidade de Cambridge junto com a de Bristol e a chefe de P&D da Jigsaw, Beth Goldberg. O estudo foi encabeçado pelo Google Jigsaw, vinculado à Alphabet, que procura saídas tecnológicas para as adversidades da sociedade, e teve liderança de Sander van der Linden, chefe do Laboratório de Tomada de Decisão Social em Cambridge.
Quanto a capacidade de identificar manipulações aumentou com os vídeos?
Foi observado que a habilidade de identificar manipulações aumentou em 5% após integrantes dos Estados Unidos serem expostos aos vídeos educativos. Os pesquisadores destacaram que essa introdução psicológica pode facilmente ser escalada para centenas de milhões de usuários em todo o mundo.
Quais técnicas de manipulação são abordadas nos vídeos?
Os clipes abordam cinco técnicas de manipulação: linguagem emocional manipuladora, incoerência, falsas dicotomias, bode expiatório e ataques ad hominem. Conhecer essas estratégias ajuda os usuários a reconhecer conteúdos que tentam enganá-los.
Por que essa estratégia pode ser mais eficiente que a checagem de fatos tradicional?
Essa estratégia pode ser considerada mais eficiente porque consegue ser feita em escala para vários lugares do mundo, ao contrário da checagem de fatos tradicional. A Jigsaw programou uma campanha em diversas plataformas com o objetivo de alcançar usuários da Polônia, República Tcheca e Eslováquia e enfrentar a desinformação sobre os refugiados da Ucrânia.
Juliana Kaíza
Escrito por
Juliana Kaíza
Graduanda em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda na Universidade Tiradentes em Aracaju - SE. Possui certificação em Copywriting, Marketing de Conteúdo e Produção de Conte…

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