Saiba como o mercado cripto está auxiliando o agronegócio no Brasil
Entenda como o agronegócio brasileiro também tem investido em criptomoedas e como uma delas será usada para impulsionar a economia circular.
O mercado de criptomoedas tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil e seu próximo passo é o agronegócio.
Para tanto, tem utilizado a tecnologia blockchain para desenvolver sua nova invenção, um ativo digital que consiga impulsionar a economia circular direcionado ao mercado agro, com base no cripto.
Assim, iremos discutir como os dois lados dessa moeda se unem por meio dos seguintes tópicos:
- O que é a economia circular do agronegócio?
- A criptomoeda do agronegócio.
O que é a economia circular do agronegócio?
A economia circular do agronegócio é entendida como uma forma de fazer todos os recursos retornarem para a cadeia produtiva, o que pode gerar uma menor despesa, além de ajudar a natureza.
Nesse sentido, há a possibilidade de causar menos impactos no meio ambiente, uma vez que, por meio dessa forma de economia, tornamos possível o que uma grande parte da população acha impossível, unir finanças e sustentabilidade.
Ainda não conseguiu compreender? Imagina o seguinte: um produtor tem uma lavoura de café e um aviário. Ele pode comprar adubos sempre que sua plantação necessitar ou pode utilizar o adubo que o aviário gera.
Assim, as aves que ele vende podem ajudá-lo a economizar nas despesas da lavoura, já que ao utilizar o material gerado na granja, ele pode adubar o solo sem gastar muito dinheiro.
Desse modo, o aviário acaba se atrelando à plantação do grão e diminuindo os custos de produção. Mas o que essa forma de produzir tem a ver com as criptomoedas? É o que vamos te contar no próximo tópico.
A criptomoeda do agronegócio
A criptomoeda do agronegócio faz parte de um projeto que usou a tecnologia blockchain para criar um ativo voltado à economia circular agrária.
Sob esse viés, a AgroVantagens, uma plataforma de produtos agrícolas, tem levado essa ideia para frente e para isso, uniu vendedores, entidades, produtos, serviços e consumidores em um único lugar, seu site.
Por conseguinte, unindo essa gama de pessoas em um único lugar, o objetivo é fomentar negócios utilizando a moeda real e a criptomoeda do setor, o AgroBonus.
Para que isso ocorra, o empreendimento de agricultura tem gerado um cashback ao cliente toda vez que ele negocia com uma empresa que seja parceira da plataforma usando o AgroBonus, o que incentiva o uso do ativo agrícola.
Além disso, com o seu valor atrelado ao PIB do agronegócio brasileiro, a moeda só tem a ganhar, uma vez que, no ano passado, esse índice cresceu 24,3% alavancado pela produção agrícola do país.
Desse modo, está claro perceber como uma estratégia certeira tem levado o setor agrícola do país a um novo mundo, o mundo das moedas digitais. Agora, o que antes parecia distante ao agricultor, já é realidade.
Nesse sentido, qualquer pessoa que queira fazer negócios nesta plataforma tem a facilidade de realizá-los de casa mesmo e ainda se familiarizar com a economia digital.
Segundo a empresa:
"No lugar da burocracia do sistema bancário, a tecnologia blockchain, os contratos inteligentes e a inteligência artificial vão facilitar os procedimentos e ampliar o acesso ao crédito, o que implica aumento da produção e sustentabilidade do agronegócio"
E de acordo com o CEO da AgroVantagens, Jean Carbonera, as empresas WTE Wireless Technologies e Newtime Blockchain Technology foram as responsáveis por desenvolver a rede que a plataforma utiliza.
Cabe ressaltar que, segundo ele, um automóvel elétrico parado gasta mais energia do que a rede para realizar suas transações, o que gera menos impactos ambientais.
Assim, o agronegócio tem se mostrado cada vez mais aberto a inovar, além de se tornar mais preocupado com o meio ambiente, o que é algo louvável em um país considerado o celeiro do mundo.


