Metodologias & Qualidade

Shitsuke: a rotina de disciplina do 5S em 13 exemplos preenchidos

A S10 do Kit preenchida com os planos-mestres de 13 áreas piloto, e o que falta nelas para a disciplina durar sem chefe olhando.

Thiago Coutinho
Publicado em 15 de set de 2026  ·  Atualizado em 15 de set de 2026  ·  25 min de leitura
Colaboradora da Voitto de cabelos longos escuros e camiseta preta, de pé com os braços cruzados e um sorriso para a câmera, diante de uma parede escura com o logo da Voitto iluminado ao fundo, com o texto Shitsuke: a rotina de disciplina do 5S em 13 exemplos preenchidos sobre fundo escuro à esquerda

Não paro de estudar: todo ano me dou a meta de aprender algo novo. O gás do primeiro dia some cedo; até dezembro, quem carrega a meta é aquilo que consigo repetir numa semana comum. O shitsuke, quinto senso do 5S, trata do mesmo problema na área piloto. É o que faz o padrão continuar quando a arrumação acaba e ninguém mais está olhando.

A folha S10 do Kit de Ferramentas 5S, a Rotina de Disciplina, responde com quatro peças. São um checklist diário de 5 itens que cabe em 2 minutos e rituais com frequência, duração e dono. Depois vêm uma auditoria relâmpago feita por um par de outra área e um plano de engajamento que anota a resistência como dado.

Neste artigo preencho a S10 com os planos-mestres de 13 áreas piloto, um caso ilustrativo por setor. Depois procuro cada peça do shitsuke nos blocos 5 a 8 de cada plano. A adesão aparece nos 13. A resistência que ela teria vencido não aparece em nenhum, e isso muda o que eu escreveria primeiro na folha.

O que é shitsuke no 5S

Shitsuke é o senso de disciplina, o quinto do 5S. Ele transforma em hábito o que Seiri, Seiton, Seiso e Seiketsu deixaram pronto. São a área triada, cada item no endereço, a limpeza com dono e o padrão escrito. Sem ele, a área volta aos poucos ao que era antes.

O nome varia até dentro do mesmo livro. No Guia Prático Lean Seis Sigma Black Belt, o capítulo 5, “5S: a base da qualidade”, abre a seção 5.9 como senso de autodisciplina (p. 39). O Quadro 5.1 escreve só Disciplina (p. 40). Uso disciplina, como a folha S10 e os planos-mestres, sabendo que as duas palavras apontam para o mesmo senso.

A mesma página 40 diz para que o shitsuke serve. “Esse senso também visa garantir que cada colaborador assuma a responsabilidade pela qualidade, envolvendo-se com a Melhoria Contínua.” Na prática, responsabilidade quer dizer o time conferir sem esperar o chefe. É essa rotina que a S10 tenta desenhar.

A folha tem duas páginas. A primeira traz o cabeçalho, o checklist diário de segunda a sábado com a rubrica de quem verificou e a tabela de rituais. A segunda traz a auditoria relâmpago, o resultado com as pendências e o plano de engajamento. Este separa a resistência encontrada, o tratamento dado e a prova de adesão.

O artigo sobre o programa 5S percorre os cinco sensos. O que compara 5S e Lean mostra onde o programa se encaixa no sistema maior. O shitsuke é o que menos aparece numa foto de antes e depois. Ele mexe na rotina, no jeito como a gente usa a área numa terça qualquer.

O que os 13 planos-mestres preenchem da S10

Preenchi uma S10 para cada plano-mestre, só com o que os blocos 5, 6, 7 e 8 registram sobre o shitsuke. O bloco 5 dá a janela do senso no cronograma, e o 6 traz a linha de ações e evidências. O 7 dá a nota de auditoria, e o 8, a sustentação. O que nenhum bloco registra ficou escrito na folha como não registrado.

  1. O checklist assinado existe nos 13, mas nenhum plano lista os itens nem mede o tempo. Os 5 itens de cada folha foram montados com as ações de 3S e 4S do próprio caso.
  2. Dos 56 rituais somados, 10 têm duração. São todos treinos ou limpezas, espalhados por 7 planos. Nenhuma auditoria tem duração registrada.
  3. O dono do 5S está nos 13 planos, por cargo; o dono de cada ritual, em nenhum. O plano dá um responsável ao programa, e a S10 pede um por linha.
  4. Auditoria sem aviso: nenhuma. Três planos têm uma verificação por amostra ou em dupla que chega perto, e nenhuma delas é declarada surpresa.
  5. A adesão ao shitsuke está documentada nos 13, e a resistência em nenhum. É o achado que organiza o resto do artigo.
  6. Das três atitudes que o livro pede, treinamento aparece em 10 planos, criatividade em 1 e prêmios em nenhum.
Matriz das 13 áreas piloto em 9 colunas, com as exigências da folha S10 e as três atitudes do livro marcadas como registradas, pela metade ou não registradas
Registrado por coluna. Itens e duração 0, duração do ritual 7, dono por ritual 0, relâmpago 0. Resistência 0, adesão 13, treinamento 10. Criatividade 1, prêmios 0. Fonte: blocos 5 a 8 dos planos-mestres do Kit 5S.

A leitura por colunas rende mais que a leitura por linhas. A saúde é a área com mais marcas, mas a diferença é pequena. O que falta, falta em quase todas. As colunas vazias do shitsuke dependem de alguém decidir algo fora do calendário. É preciso aparecer sem aviso, ouvir uma queixa, reconhecer um esforço. As colunas cheias cabem numa lista de presença.

Checklist diário do shitsuke: 5 itens em 2 minutos

A primeira instrução da folha trata de atrito. Pede no máximo 5 itens e 2 minutos no total, com uma marca por dia e a pendência levada ao quadro. Dois minutos para cinco itens dão 24 segundos por item, tempo de olhar e seguir. Um checklist de shitsuke que pede régua, contagem ou busca no sistema deixa de ser feito no dia em que a área está cheia.

Os 13 planos têm o checklist, e ele é assinado. Em 11, a assinatura vem por dia, por turno ou por plantão. O financeiro confere a porta uma vez por semana, e o marketing não diz a frequência. Quase sempre o registro do shitsuke está na linha do Seiso, junto com a limpeza. É terreno que o artigo sobre o padrão de limpeza do Seiso já cobriu.

O que nenhum plano registra é o conteúdo: não há lista de itens nem tempo de preenchimento em nenhum dos 13. Para as folhas de exemplo, montei os cinco itens com o que o próprio plano publicou no 3S e no 4S. Entram foto-padrão, sombra de ferramenta, etiqueta de endereço e coletor esvaziado. Cada folha avisa que os itens foram montados.

Um bom item de shitsuke tem resposta de sim ou não a um passo de distância. A bancada bate com a foto, o corredor está livre, a sombra vazia tem cartão. Item que pede opinião, como “área organizada”, vira assinatura automática. Onde o quadro de cartões do kamishibai já existe, o checklist pode morar nele. As pendências seguem para o painel de gestão à vista.

Rituais com dono: a coluna que os planos deixam vazia

A segunda parte da folha é uma tabela de rituais com cinco colunas: ritual, frequência, duração, participantes e dono. A frase impressa acima dela resume a lógica, porque ritual sem hora marcada não acontece. Somei os rituais da linha do shitsuke no bloco 6 e a auditoria mensal do bloco 8 de cada plano. Deu 56.

A frequência está em 51 deles, e os participantes, em 33. A duração aparece em só 10, todos treino ou limpeza. São 1h por turno no alimentício e na manutenção e 2h no farmacêutico. Há 40 min na logística e na produção e 30 min na saúde e nos serviços. Somam-se limpezas de 5 e 10 minutos. A auditoria mensal não tem duração em nenhum plano.

A coluna dono é a que mais pesa. Os 13 planos dão um dono ao 5S inteiro, por cargo. Entre eles estão a supervisora de produção da manhã, a farmacêutica responsável, o planejador de manutenção, a enfermeira coordenadora da ala. Nenhum dá um dono a cada ritual do shitsuke. A autoauditoria é semanal em sete planos e corre em rodízio na maioria. Rodízio diz quem executa, sem dizer quem responde quando ela não sai.

A S10 separa as duas coisas porque o dono do programa não segura cinco rituais ao mesmo tempo. Com um cargo em cada linha, a pergunta “por que a autoauditoria de quinta não saiu?” tem para quem ir. Frequência e duração dos rituais já foram tratadas nas regras do programa 5S. O treino de quem entra na rotina segue o roteiro do treinamento no posto. Aqui interessa a última coluna.

Auditoria relâmpago: 10 minutos, olho de fora e nenhum aviso

A página 2 abre com a peça mais incômoda da folha. É uma auditoria de 10 minutos, quinzenal, sem aviso prévio, feita por um par de outra área. São cinco perguntas, e a primeira dá o tom. Peça um item qualquer a quem estiver na área e veja se ele aparece em até 30 segundos. Quem audita numa quinzena é auditado na seguinte.

Nenhum dos 13 planos tem um ritual de shitsuke sem aviso. A auditoria mensal tem data certa em todos, às vezes escrita no próprio plano. É a terceira semana do mês no alimentício e a primeira no farmacêutico e na hotelaria, última sexta do mês na logística. Quem nunca arrumou a casa na véspera de uma visita? Área que sabe a data da auditoria faz igual. A nota passa a medir a véspera.

O olho de fora, por outro lado, existe nos 13. Há rodízio de auditores entre salas, entre docas e entre manutenção, almoxarifado e produção. Há auditor de outra ala na saúde e de outro setor nos serviços. E há quem venha de fora uma vez por trimestre, como no financeiro, na hotelaria e no marketing. Faltam a surpresa e a cadência curta.

Três planos chegam perto. A manutenção de elevadores confere 2 vans por semana por amostra, e na auditoria mensal sorteia 3 vans. É parente próximo da quinta pergunta da S10, a da estante sorteada. A saúde faz dupla checagem quinzenal, com duas assinaturas, e a sustentabilidade amostra caçambas toda semana. Nenhuma das três é declarada sem aviso.

Para montar as auditorias do ano, o calendário de auditorias organiza frequência e rodízio. A relâmpago entra por cima dele, sem data. Ela não substitui a auditoria 5S. A mensal mede a nota, e a relâmpago mede se o shitsuke está de pé num dia qualquer.

Plano de engajamento: 13 adesões e nenhuma resistência

O plano de engajamento fecha a folha com três colunas: resistência identificada, como foi tratada e evidência de adesão. A instrução pede que a resistência seja anotada como informação. Também manda atacar o atrito que ela revela e provar a adesão com evidência, e não com impressão.

A terceira coluna é a mais cheia da folha. A linha do shitsuke no bloco 6 traz uma evidência nos 13 planos. São listas de presença em 11 e folhas de autoauditoria com nota em 6. Há ainda taxa de adesão em 4. São 98% de preenchimento no alimentício e mais de 95% ao checklist na logística. A manutenção tem 96% dos turnos, e a saúde, dupla checagem em 100% desde março.

As duas primeiras colunas estão vazias nos 13. Nenhum plano registra alguém que achou o checklist longo, um turno que parou de assinar ou uma queixa sobre o auditor de fora. Pode ser que nada disso tenha acontecido. A falta de registro, porém, não prova a falta de resistência; prova só que ninguém a escreveu.

O problema prático é que adesão sem resistência ensina pouco. Os 98% de preenchimento do alimentício mostram que o checklist foi feito. Não mostram por que ele não chegou a 100%, nem o que precisou mudar para os outros assinarem. A informação sobre o atrito mora na coluna da resistência, e é o atrito que a S10 manda atacar.

A coluna se preenche com uma pergunta simples na reunião do time: o que está atrapalhando a rotina de shitsuke? A resposta vai para a folha como dado, com o que foi feito a respeito. É o jeito como se guardam lições aprendidas. O artigo sobre gestão de mudanças ajuda a tratar a reação à mudança. O de cultura organizacional explica por que o hábito do grupo pesa mais que a regra escrita.

As três atitudes do livro contadas nos 13 planos

No trecho sobre como aplicar o shitsuke, o livro lista três atitudes: “treinamento dos colaboradores; estimulação da criatividade dos funcionários e alocação de recursos para praticar as novas ideias; distribuição de prêmios pelo esforço conjunto” (p. 40). Procurei cada uma na linha do senso dos 13 planos.

Atitude do livroPlanos com registroComo aparece
Treinamento10 de 13Treino por turno ou por plantão, com lista de presença; duração registrada em 7
Criatividade e recurso para ideias1 de 13Saúde: 9 melhorias propostas, 7 aplicadas
Prêmios pelo esforço conjunto0 de 13Nenhum registro; o mais perto é o placar entre turnos da logística

O treinamento é a atitude que os planos sabem registrar. Ele deixa papel. Os três planos sem treino na linha do shitsuke são manutenção de elevadores, marketing e produção de elevadores. Os três puseram conferência no lugar: a ficha de sexta, a ficha pós-evento e a verificação do padrão na passagem de turno.

A criatividade só aparece na saúde, e com os dois lados que o livro pede, ideias propostas e recurso para aplicá-las. A ala B propôs 9 melhorias e aplicou 7. Nesse plano, e só nele, o time aparece fazendo algo além de cumprir e conferir. Um registro de kaizens daria a essas ideias um lugar fixo.

Prêmio não aparece em nenhum. O placar entre turnos da logística é uma competição. Competição pode virar reconhecimento, mas o plano não diz o que o turno vencedor ganha. A atitude que o livro deixa por último é justamente a que a dica da S10 pede para ser feita em público.

A dica da S10 posta à prova: três ciclos e festa em público

No rodapé, a folha traz a dica do especialista: “Disciplina não se cobra no grito, se constrói no rito: reduza o atrito (checklist de 2 minutos, não de 20) e dê dono a cada ritual. Quando a auditoria relâmpago fechar três ciclos seguidos sem pendência, comemore em público: reconhecimento é o combustível do quinto senso.”

O teste direto não dá para fazer, porque nenhum plano tem auditoria relâmpago nem conta pendências. Os planos medem nota. Li então o ciclo como a auditoria mensal depois da saída. O “sem pendência” virou nota acima da meta da própria área. É uma régua mais frouxa que a da dica.

Mesmo com essa régua, 4 áreas já teriam motivo para comemorar o shitsuke. O alimentício e a logística somam quatro meses seguidos acima da meta, e a saúde e os serviços, três. A manutenção interrompeu a série em agosto, com 79% para uma meta de 80%. Comemoração registrada, em qualquer dos 13: nenhuma.

O contraste está no bloco 8. Os 13 planos escrevem o que fazer quando a nota cai. Quase sempre é um mutirão em até uma semana. A manutenção chegou a usar a regra: caiu a 79%, fez o mutirão em 5 dias e voltou a 86% em setembro. Nenhum plano escreve o que fazer quando a nota se mantém. A reação ao erro está pronta. A reação ao acerto ficou por escrever.

Reconhecer em público também espalha o que funcionou, que é a ideia do yokoten. Sobre a nota do shitsuke na auditoria de saída, fica só um resumo. O radar 5S já mostrou que é o senso que menos sobe entre a entrada e a saída. Quatro áreas chegaram perto da meta sem alcançá-la.

Como montar a rotina de shitsuke em 7 passos

  1. Escreva os cinco itens do checklist a partir do padrão que já existe. Foto-padrão, sombra, etiqueta e demarcação viram perguntas de sim ou não.
  2. Cronometre o checklist antes de aprovar. Se passar de 2 minutos, corte item até caber.
  3. Liste os rituais do shitsuke e dê um dono a cada um. Um cargo por linha, de preferência diferente do dono do programa.
  4. Ponha duração em todo ritual, auditoria incluída. Ritual sem duração não entra na agenda de ninguém.
  5. Combine a auditoria relâmpago com a área vizinha. Quinzenal, sem aviso, com as cinco perguntas e a troca de papéis na quinzena seguinte.
  6. Abra a coluna da resistência na primeira reunião. Anote o que atrapalha a rotina e o que foi feito, ao lado da evidência de adesão.
  7. Decida antes como a área será reconhecida. Três ciclos sem pendência pedem um gesto público já combinado, sem improviso.

Baixe a S10 em branco e preencha com o time enquanto lê os passos.

Os passos 3, 6 e 7 cobrem as três colunas que os 13 planos deixaram vazias: dono por ritual, resistência e reconhecimento. Os outros quatro ajustam o que já existe. Para hábitos que precisam durar além do projeto, o artigo sobre como criar hábitos mostra por que gatilho e recompensa pesam tanto quanto a regra.

13 exemplos de shitsuke com a S10 preenchida, em PDF

Cada setor abaixo tem sua própria S10 de shitsuke, preenchida só com o que o plano-mestre daquela área registra. Clique na imagem para ler as duas páginas aqui mesmo. O botão do rodapé guarda o arquivo. Todos são casos ilustrativos. Os itens do checklist vêm do 3S e do 4S de cada plano, e o que falta no plano está na folha como não registrado.

1. Alimentício: o checklist que entrou no registro de boas práticas

Folha S10 do Kit 5S preenchida para a sala de pesagem e preparação (caso ilustrativo)Na sala de pesagem e preparação, o shitsuke não ganhou folha própria. O checklist 5S foi costurado ao registro diário de boas práticas, que o time já preenchia. A evidência de adesão está entre as mais fortes, com presença arquivada e 98% de preenchimento.

Os cinco itens montados para a folha vêm do 3S e do 4S do plano. O primeiro é a etiqueta de validade verde ou laranja em insumo aberto. Seguem a vedação do dosador de farinha, a bandeja das essências, a sala igual à foto-padrão e o fluxo de pessoas dentro da demarcação.

Na tabela de rituais, o treinamento é o único com duração, 1h por turno para 8 operadores. A autoauditoria semanal roda em rodízio. A auditoria mensal cai na terceira semana do mês, com auditores trocando de sala. O dono do 5S é a supervisora de produção da manhã; dono por ritual, nenhum.

A série depois da saída fica toda acima da meta de 88%: 91%, 90%, 92% e 90%, de maio a agosto. Abaixo de 88%, o plano manda mutirão em até 7 dias, e insumo vencido vira desvio crítico, tratado na hora.

Quatro meses seguidos já pediriam a festa da dica. Nenhuma está anotada. Para a coluna de resistência, os turnos que ficaram fora dos 98% são o ponto de partida. Ali mora o atrito que o registro de boas práticas ainda esconde.

2. Farmacêutico: o vencido que interrompe a rua na hora

Folha S10 do Kit 5S preenchida para o almoxarifado de insumos farmacêuticos (caso ilustrativo)Com 480 posições em 90 m², o almoxarifado de insumos tem o checklist diário do shitsuke assinado na porta. Os itens montados começam pelas faixas de piso verde, amarela e vermelha, livres. Seguem a etiqueta única em toda posição e a etiqueta laranja para validade até 60 dias. Fecham a rua igual à foto e só palete plástico.

Dois rituais têm duração: a limpeza de 10 min por turno e o treinamento de 2h, em duas turmas. A autoauditoria semanal usa 10 itens e roda em rodízio. A mensal completa acontece na primeira semana do mês, com a auditora da qualidade em rodízio trimestral.

Listas de presença e resultados no quadro provam a adesão. As duas auditorias depois da saída, 91% em julho e 93% em agosto, passam a meta de 90%. Ainda não somam três. Nota abaixo dela aciona mutirão numa semana.

Um gatilho dispensa a nota. Insumo vencido na prateleira interrompe a rua na hora. Essa parada imediata é o que a relâmpago tentaria provocar, só que disparada pelo item, e não pela visita.

3. Financeiro: um checklist semanal num setor de papel e rede

Folha S10 do Kit 5S preenchida para a sala do financeiro, o arquivo físico e as pastas de rede (caso ilustrativo)O financeiro é o caso em que o checklist do shitsuke não é diário. A conferência assinada na porta é semanal, e a folha registra isso como está. Os itens misturam o físico e o digital. Há estante igual à foto e caixa sem mofo e com etiqueta. Há também arquivo novo seguindo a nomenclatura da rede, janela sem infiltração e guia de 1 página no mural.

Os rituais somam quatro linhas sem nenhuma duração. São o checklist da porta, a higiene digital mensal, a autoauditoria pela régua de 25 itens e o treinamento nessa mesma régua. A autoauditoria é mensal, feita pela equipe em rodízio. Um auditor de fora entra a cada trimestre. A adesão aparece nas próprias notas do time, 78% em maio e 87% em junho, junto das listas de presença.

Depois da saída, julho deu 85% e agosto 88%, sobre uma meta de 82%. Uma relâmpago cabe bem aqui. A pergunta da estante vira uma pasta da rede sorteada na hora, sem ninguém saber qual.

4. Hotelaria: a rouparia que limpa o filtro da secadora a cada turno

Folha S10 do Kit 5S preenchida para a rouparia central da governança (caso ilustrativo)Limpar o filtro da secadora a cada turno é o ritual mais frequente da rouparia central. O plano o registra no 3S. Na folha do shitsuke, esse item veio em primeiro. Depois vêm prateleira igual à foto, estoque acima da faixa mínima da etiqueta, guia de montagem em cada carro e dreno do ar-condicionado sem mofo.

São cinco rituais, nenhum com duração. A autoauditoria semanal tem 10 itens e rodízio; a mensal cai na primeira semana do mês com a governanta executiva. A qualidade corporativa vem a cada trimestre. A governanta também é dona do 5S inteiro, o que junta dois papéis num cargo só.

Um gatilho independe da nota. Se o extravio passar de 25 peças num mês, a rouparia volta a contar cada kit todo dia. Com nota menor que 85%, vem mutirão. Julho fechou em 87% e agosto em 89%, com os resultados no mural da governança.

O outro lado segue em branco. Nada diz o que a equipe achou da contagem por kit ou do filtro por turno, dois rituais que tomam tempo do plantão.

5. Logística: o placar entre turnos que ninguém transformou em prêmio

Folha S10 do Kit 5S preenchida para a doca de expedição 3 (caso ilustrativo)Corredor de emergência livre, da faixa vermelha, é o primeiro item de shitsuke da doca de expedição 3. Seguem a faixa amarela sem palete, o filme stretch no coletor, a empilhadeira sem vazamento e com etiquetas legíveis e a doca igual à foto. O checklist é de fim de turno, assinado, com adesão acima de 95%.

O treinamento durou 40 min por turno e alcançou 14 operadores. A autoauditoria semanal tem 10 itens, e a auditoria mensal cai na última sexta do mês, com auditores trocando de doca. O rodízio entre docas traz o olho de fora, com dia marcado.

Depois da saída, a doca passou quatro meses acima da meta de 80%: 85%, 84%, 86% e 87%, de julho a outubro. A regra de reação está pronta. Nota abaixo de 80% ou item de segurança zerado aciona mutirão em até 7 dias.

O placar entre turnos é o que mais se parece com prêmio entre os casos do artigo. Há competição e há resultado visível. Minha primeira pergunta ao dono do 5S seria o que o turno vencedor leva e quando isso aparece para o resto da operação.

6. Manutenção industrial: o plano que testou a própria regra de reação

Folha S10 do Kit 5S preenchida para a oficina de manutenção (caso ilustrativo)Agosto de 2026 separa a oficina de manutenção dos outros casos. A auditoria deu 79% para uma meta de 80%. O mutirão aconteceu em 5 dias e setembro voltou a 86%. A regra de reação do shitsuke foi escrita e usada, o que nenhum outro plano mostra.

Os itens da folha saem da bancada e das ferramentas. Há bancada igual à foto e sombra vazia com cartão de empréstimo. Entram ainda a bandeja coletora da desmontagem, coifa de limalha da usinagem leve e rede de ar comprimido sem vazamento. O checklist é de fim de turno, e a adesão chegou a 96% dos turnos.

O treinamento teve 1h por turno para 12 técnicos, com lista de presença. A autoauditoria semanal passa de mão em mão, e a mensal troca auditores entre manutenção, almoxarifado e produção. O planejador de manutenção é dono do 5S. Ninguém é dono da autoauditoria de cada semana.

A série inteira conta a história: 84% em junho, 81% em julho, 79% em agosto e 86% em setembro. A queda foi vista e tratada rápido.

Eu começaria esta folha pela lição do tropeço. O que os técnicos disseram durante os 5 dias de mutirão, e o que precisou mudar na oficina, não ficou em lugar nenhum. A S10 tem uma coluna pronta para isso.

7. Manutenção de elevadores: 3 vans sorteadas e a relâmpago mais próxima

Folha S10 do Kit 5S preenchida para a base de manutenção e o kit embarcado das vans (caso ilustrativo)Um kit embarcado em 12 vans não cabe numa conferência diária. A base achou um jeito de verificar sem ver todas. São 2 vans por semana, por amostra, e 3 vans sorteadas na auditoria mensal. Entre as rotinas de shitsuke dos planos, é a que mais lembra o sorteio da S10.

O checklist diário é do almoxarife. Os itens da folha seguem o baú. Ele confere com a lista plastificada da porta, e a peça usada vai no saco de retorno. Estopa e graxa ficam no armário fechado, a posição de maior giro tem etiqueta com código e foto, e o mezanino não mostra infiltração.

Não há treino na linha do senso. No lugar dele, a conferência de kit toda sexta, com ficha assinada pelos técnicos em rodízio. A regra de reação usa a própria van: reprovada, ela não sai na segunda. A adesão está nas fichas de sexta e na autoauditoria de julho, com 85%. Depois da saída, agosto fechou em 83%.

Uma lacuna pequena fica à vista. O auditor mensal roda em rodízio, sem que o plano diga entre quem, e a folha deixa essa linha como o plano deixou.

8. Marketing: o kit de evento que volta conferido na ficha

Folha S10 do Kit 5S preenchida para o estúdio e o almoxarifado de materiais promocionais (caso ilustrativo)Estúdio e almoxarifado de brindes dividem o mesmo checklist de shitsuke, assinado nas portas e sem frequência declarada. Os itens da folha começam pela caixa de brinde com etiqueta e foto e pelo equipamento do estúdio dentro do contorno. Depois vêm caixa aberta só na bancada da entrada, estante igual à foto e kit de evento conferido na ficha pós-evento.

O ritual que dá ritmo à área segue a agenda de eventos, e não o calendário. A conferência de kit acontece depois de cada evento. A autoauditoria é mensal, feita pelo time em rodízio, com uma visita trimestral de alguém de outra área.

Como as duas áreas de elevadores, o marketing não tem treino na linha do senso. A adesão vem das fichas assinadas e das autoauditorias de junho, com 79%, e de julho, com 86%. Agosto, a única auditoria depois da saída, deu 87% contra uma meta de 80%.

Fica em aberto quem responde pela conferência pós-evento. O plano diz que ela existe e não diz de quem é. Um ciclo só também não fecha a conta da dica.

9. Produção: 17 assinaturas e uma escada que sobe à gerência

Folha S10 do Kit 5S preenchida para a ferramentaria da linha de montagem (caso ilustrativo)A ferramentaria da linha de montagem, com 52 m², registra cinco rituais de shitsuke. O primeiro é a limpeza de 10 min ao fechar o turno. Seguem o checklist diário, o treino de 40 min por turno, a autoauditoria semanal de 10 itens e a auditoria mensal de 25 itens.

O treino juntou 17 assinaturas na lista de presença. A adesão também aparece nas quatro autoauditorias de junho, que foram de 71% a 83%. Aparece ainda nas fotos do mural que acompanham o checklist.

Os itens montados partem da bancada igual à foto-padrão e da etiqueta única com nome, endereço e frequência. Incluem ainda o coletor de cavaco, a bandeja da afiadora e a demarcação de piso.

A regra de reação tem dois degraus. Abaixo de 85%, mutirão em até 1 semana; com dois meses abaixo, o assunto sobe à gerência industrial. Depois da saída, julho deu 87% e agosto 88%.

É uma escada inteira montada para o erro. Um degrau para o acerto, como levar a área à mesma gerência quando ela se mantém, caberia no mesmo parágrafo do bloco 8.

10. Produção de elevadores: a verificação que acontece na troca de turno

Folha S10 do Kit 5S preenchida para o posto de pré-montagem de portas de pavimento (caso ilustrativo)Três turnos passam pelo posto de pré-montagem de portas de pavimento. O plano usou isso a favor do shitsuke: a verificação do padrão acontece na passagem de turno, quando quem sai entrega e quem entra confere. O checklist de fim de turno é assinado.

Os itens da folha seguem a estação. Ela fica igual à foto do padrão, com a ferramenta dentro do contorno. O carrinho confere com a folha de setup do modelo, o coletor de cavaco da furadeira fica esvaziado e o ponto de ar comprimido, no lugar.

Não há treino registrado na linha do senso, e nenhum ritual tem duração. A autoauditoria é mensal, feita pelos 3 turnos em rodízio. A qualidade entra a cada trimestre. As notas do time subiram de 76% em maio para 88% em junho. Julho e agosto fecharam em 86% e 89%. No bloco 7, o senso saiu em 80%, perto da meta de 85%.

Se um par de outra área aparecer na passagem de turno sem avisar, o posto ganha a relâmpago sem criar ritual novo.

11. Saúde: 9 melhorias propostas e o único registro de criatividade

Folha S10 do Kit 5S preenchida para o posto de enfermagem da ala B (caso ilustrativo)Das 9 melhorias propostas pela equipe do posto de enfermagem da ala B, 7 foram aplicadas. É o único caso em que o plano registra, na linha do shitsuke, a atitude do livro de estimular ideias e dar recurso para praticá-las.

O posto tem 22 leitos e quatro equipes. O treino foi feito nas passagens de plantão, 30 min por vez. A conferência do posto e do carro acontece a cada plantão.

Os itens da folha partem das gavetas. Elas ficam iguais à foto-padrão, com item na classe de cor da etiqueta e material em caixa plástica lavável. Fecham a fita no suporte sem resíduo e o calendário da dupla checagem com as 2 assinaturas.

A dupla checagem quinzenal é a única verificação com a cadência da relâmpago. Está em 100% desde março. Ela não é auditoria de par de outra área, porque são dois colegas do próprio posto. O olho de fora vem na mensal, com o auditor de outra ala e 25 itens. Depois da saída, maio, junho e julho deram 88%, 87% e 89%, com meta de 85%.

Gostei de ver 7 melhorias saírem do papel, mas o plano não conta se alguém as celebrou diante da ala. Seria a porta mais barata para estrear o reconhecimento que a S10 pede.

12. Serviços: 72 atendentes e um checklist de fechamento

Folha S10 do Kit 5S preenchida para o escritório da operação e o arquivo (caso ilustrativo)No escritório da operação, cada turno termina com uma limpeza de 5 min e um checklist de shitsuke assinado. Os itens montados vêm do painel. Pedem posto igual à foto-padrão, nada de comida fora da copa e papel na bandeja da ilha. Pedem também arquivo salvo pelo mapa de pastas e gaveta e armário identificados.

O treino de 30 min por turno alcançou 72 atendentes. A autoauditoria semanal é feita por uma dupla em rodízio. Quatro delas ficaram acima de 78%. A mensal, com 25 itens, traz um auditor de outro setor.

O bloco 8 dá à operação uma escada parecida com a da produção. Ficar sob 80% leva a mutirão, e dois meses abaixo levam o tema à reunião de resultados. Junho, julho e agosto ficaram em 83%, 85% e 84%.

Levar o placar positivo à mesma reunião de resultados custaria uma linha no plano, e os três meses já dariam assunto.

13. Sustentabilidade: a caçamba sem manifesto que não sai do canteiro

Folha S10 do Kit 5S preenchida para a central de resíduos do canteiro (caso ilustrativo)Seis rituais sustentam o shitsuke da central de resíduos do canteiro. Há varrição e checklist no fim do turno pelos serventes e segregação no diálogo diário de segurança por 3 semanas. Há ainda amostragem semanal de caçambas, índice no quadro toda sexta, auditoria mensal e treinamento prático dos encarregados.

O checklist diário, assinado pelos serventes, virou na folha cinco itens de obra. Canaleta desobstruída e caçamba coberta com lona abrem a lista. Seguem baia só com o que a placa com foto permite, anteparo da betoneira no lugar e faixas de piso livres.

A amostragem semanal de caçambas é uma das verificações por amostra que chegam perto da relâmpago. Na auditoria mensal, a técnica de meio ambiente divide o trabalho com um encarregado em rodízio. A reação não espera. Abaixo de 78% na nota ou de 85% na segregação, mutirão na mesma semana.

Uma regra vale sem nota nenhuma: caçamba sem manifesto não sai do canteiro. Agosto, a única auditoria depois da saída, fechou em 80%, e no bloco 7 o senso foi de 35% para 75%.

O índice já vai ao quadro toda sexta. Antes da próxima sexta, eu combinaria com os serventes o que acontece quando ele sobe.

Erros comuns na rotina de disciplina do 5S

  • Checklist longo demais. Com 15 itens, ele vira a tarefa mais chata do turno e passa a ser assinado sem olhar.
  • Item que pede opinião. “Área limpa” e “tudo em ordem” não têm resposta de sim ou não. Troque por algo que se confere com os olhos.
  • Dono do programa como dono de tudo. Nos 13 planos, um cargo responde pelo 5S inteiro. A S10 pede um dono por ritual.
  • Auditoria com data avisada como única verificação. A área se prepara para o dia marcado. A relâmpago existe para medir o dia comum.
  • Registrar só a adesão. Lista de presença prova que o time esteve lá. A coluna da resistência é a que diz o que precisa mudar no shitsuke.
  • Reagir só à queda. Mutirão quando a nota cai e silêncio quando ela se mantém ensinam ao time que só o erro é visto.
  • Tratar o shitsuke como fase do cronograma. O cronograma de implantação dá uma janela ao senso, mas a disciplina é o que continua depois que a janela fecha.

Ferramentas ligadas ao shitsuke

Última folha de senso do Kit de Ferramentas 5S, a S10 depende das anteriores. Sem a padronização do quarto senso, o checklist de shitsuke não tem o que conferir. O Plano Mestre 5S dá a janela e o dono de cada senso. O gemba walk leva o líder até a área para ver a rotina acontecendo.

O Lean Enterprise Institute conta que a Toyota costuma falar em quatro S, e não cinco. O shitsuke sai da lista porque fica redundante num sistema de auditorias diárias, semanais e mensais do trabalho padronizado. É uma definição do senso pelo avesso: a disciplina como rotina de conferência que funciona sem precisar de nome.

Fora do 5S, a mesma disciplina sustenta a melhoria contínua: o SDCA mantém o padrão enquanto o PDCA o melhora. Quem está começando pode ler o guia de implantação do programa 5S antes de chegar à S10.

Modelo da rotina de disciplina em branco para imprimir

Pronta para a sua área, aqui está a folha sem preenchimento. Ela fecha a etapa de implementação do Kit de Ferramentas 5S, depois das folhas dos quatro primeiros sensos.

Folha S10 em branco da rotina de disciplina, com checklist diário, rituais com dono, auditoria relâmpago e plano de engajamento, do Kit de Ferramentas 5SNa primeira página vêm o como usar em quatro passos e o cabeçalho com área piloto, líder do 5S e semana. Depois, o checklist de seis dias com rubrica e a tabela de rituais com dono. Na segunda, a auditoria relâmpago com cinco perguntas, o quadro de resultado e pendências, o plano de engajamento e a dica do especialista no rodapé.

Abrir e baixar a S10 em branco

Sugiro imprimir a primeira página toda semana e deixar na área, perto do quadro. O checklist é marcado ali, dia a dia. A segunda página vai com o par de outra área na quinzena da auditoria e volta preenchida para a pasta do programa.

Entrei na MRS como trainee e fui promovido em 4 meses. Boa parte do que aprendi ali veio de programas de melhoria contínua, o 5S entre eles. Havia também as olimpíadas de melhoria, a versão da ferrovia para o prêmio pelo esforço conjunto que o livro deixa por último. Se o seu desafio é fazer o 5S durar em várias áreas, conheça as trilhas com certificado da Academia de Certificação da Voitto.

Perguntas frequentes

O que significa shitsuke?
É a palavra japonesa para disciplina, o quinto senso do 5S. Em português aparece também como senso de autodisciplina. Trata de manter, como hábito do time, o padrão criado pelos quatro sensos anteriores.
Qual a diferença entre shitsuke e seiketsu?
O seiketsu escreve o padrão, e o shitsuke faz o time cumpri-lo sem cobrança. Um é o documento; o outro, a rotina que o mantém vivo.
Quantos itens deve ter o checklist do shitsuke?
A S10 limita a 5 itens e 2 minutos no total. Mais que isso aumenta o atrito. O checklist passa a ser assinado sem que ninguém olhe a área.
O que é auditoria relâmpago no 5S?
Uma verificação de cerca de 10 minutos, sem aviso prévio, feita por alguém de outra área, com cinco perguntas. Na S10 ela é quinzenal. Quem audita é auditado na quinzena seguinte.
Como lidar com resistência ao shitsuke?
Anote a resistência como dado, com o que foi feito a respeito. Depois procure o atrito por trás dela: checklist longo, ritual sem horário, item sem endereço. Nos 13 planos analisados, nenhuma resistência foi registrada, só a adesão.
Como reconhecer o time no shitsuke?
Combine antes. A dica da S10 sugere comemorar em público quando a auditoria relâmpago fechar três ciclos seguidos sem pendência. Nenhum dos 13 planos registra comemoração, embora 4 áreas tenham passado três meses ou mais acima da meta.
Thiago Coutinho
Escrito por
Thiago é engenheiro de produção, pós-graduado em estatística e mestre em administração pela UFJF. Especialista Black Belt em Lean Six Sigma, trabalhou na Votorantim Metais e MRS Lo…

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